Apesar dos esforços que o governo municipal realizou neste mês, quando tapou com massa asfáltica centenas de buracos, na zona urbana, ainda resta muito a fazer para atender à demanda trazendo de volta uma aparência melhor para Araputanga.
Pontos estratégicos como a Rua Limiro Rosa, nas proximidades do lago Azul, imediações do Sindicato dos Servidores Municipais à Rua Rui Barbosa e, Av. 23 de Maio, no antigo “Rabo da Gata”, foram recuperados com a operação tapa-buracos. Esses e outros locais traduziam o aspecto de esquecimento como a malha asfáltica vinha sendo tratada.
Apesar do trabalho já realizado, ainda há endereços de ruas inteiras cuja situação é gritante, entre elas estão: Rua Mem de Sá, R. Benedito Sardinha da Costa, Rua Arthur Francisco Xavier e, a Rua Sebastião Fernandes de Oliveira, todas em estado de calamidade na região baixa, próximo ao Córrego do Bacuri e à Indústria de Laticínios.
A Rua Sebastião Fernandes de Oliveira “inaugura” a fase de buracos para quem a percorre no sentido Norte/Sul. O transeunte ou motorista percebe que cerca de oitenta metros da R. Carlos Luz, os problemas começam e, só terminam quando se alcança a Av. Sebastião Francisco de Almeida, já no Bairro São Sebastião.
A reportagem da Folha de Araputanga flagrou um cone sinalizador fazendo seu trabalho, sinalizando um buraco. O mais incrível é que esse buraco vem crescendo e se não lhe derem fim antes da chegada da chuva ele será promovido a cratera.
Tem situações que passam despercebidas aos olhos do cidadão, mas, esse buraco, morador da R. Sebastião Fernandes de Oliveira, parece ter “surgido de propósito” e, de lá não sai. Ele se instalou justamente em frente à entrada do portão da residência do militar da mais alta patente atuando e residindo em Araputanga há quase uma década.
Sorrateiramente, outros três buracos se instalaram no pequeno trecho de aproximadamente dez metros para fazer parceria ao malfadado e indecente buraco principal. Mas os dias dele podem estar contados.
Com a seca bastante acentuada chegou a hora de a Administração pública tirar essa marca negativa da malha viária urbana, inclusive porque motoristas, pedestres e o próprio morador tem direito a transitar em segurança e sem risco de quebrar a perna ou de ter o veículo danificado caso pise ou transite sobre a cratera.