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    VOCÊ SABIA? – Corante carmim é produzido a partir do inseto conhecido como Cochonilha

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    FONTE

    Esse corante é utilizado na indústria alimentícia, para produção de carnes processadas, doces, gelatinas, sorvetes, biscoitos, iogurtes, sucos e refrigerantes, entre outros.

    por – Sebastião Amorim - A indústria alimentícia é uma das mais importantes do mundo, e os consumidores estão cada vez mais atentos aos ingredientes que compõem os alimentos que consomem. Uma prática que tem ganhado destaque nos últimos anos é o uso de pigmentos de origem natural na produção de alimentos, e um dos mais utilizados é o corante carmim.

    CORANTE CARMIM

    O que muitas pessoas não sabem é que o corante carmim é produzido a partir da cochonilha, um inseto que vive em cactos na América do Sul e Central. O processo de produção do corante é simples: os insetos são colhidos manualmente e esmagados para extrair o líquido vermelho que é utilizado como pigmento.

    Apesar de parecer estranho, o uso de cochonilha na produção de corantes para alimentos não é novidade.

    Atualmente, o corante carmim é utilizado em uma grande variedade de alimentos, desde carnes processadas até bebidas e doces. Alguns exemplos incluem gelatinas, sorvetes, biscoitos, iogurtes, sucos e refrigerantes.

    ALTERNATIVA

    O uso de corantes naturais como o carmim pode ser visto como uma alternativa aos corantes artificiais, que têm sido associados a diversos problemas de saúde. Além disso, muitos consumidores preferem alimentos produzidos com ingredientes naturais e minimamente processados.

    POLÊMICA

    O uso de insetos na produção de alimentos pode gerar polêmica entre os consumidores mais sensíveis. Alguns grupos vegetarianos e veganos, por exemplo, podem se opor ao uso de cochonilha na produção de alimentos.

    Para que o consumidor saiba o que está comprando e, ingerindo, é fundamental que a indústria alimentícia seja transparente, isto é, use linguagem clara, direta, em relação aos ingredientes utilizados na produção de seus produtos, e que os consumidores tenham acesso a informações esclarecedoras e precisas sobre o que, de fato estão consumindo.

    A escolha dos alimentos é uma questão pessoal, e cada pessoa tem o direito de escolher o que é melhor para si.